Archive for the ‘TIC NEE’ Category

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Autismo

Abril 19, 2011

Achei uma forma fantástica de chamar a atenção e sensibilizar o público para esta deficiência!!!

A publicidade institucional de serviço público, deveria preocupar-se muito mais com a questão da deficiência!


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Ataraxia

Abril 14, 2011

A Formação de ontem da Empresa “Ataraxia” mostrou muitas soluções altamente uteis para os invisuais e/ou portadores de deficiência a nível visual.

Os responsáveis pela formação mostraram de forma clara e despretensiosa os materiais que produzem, adaptam e/ou importam. É curioso verificar que os técnicos da empresa (Dr Gonçalo e Eng Vanessa) fizeram uma apresentação séria que nada teve a ver com  as manobras de marketing a que, muitas vezes, assistimos. Foi também gratificante o facto de se ter verificado que conhecem as realidades da escola portuguesa com todos os problemas e características que o meio envolve.

O facto de estar a frequentar a acção TIC&NEE tem-me feito, naturalmente, olhar para estas questões com outros olhos.

Aqui ficam algumas fotografias

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Curioso Ataraxia ser uma corrente filosófica Grega que almeja o alcançar da felicidade suprema…

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A sessão no CR-TIC de Eixo

Abril 3, 2011

Depois da Inspiradora sessão de Sábado, eu acho que tenho uma visão muito pouco lúcida destas questões, andei por aqui pela net à procura de coisas. Gostei do site http://www.who.int/nmh/en/ e de um outro mais directamente relacionado com a formação http://ec.europa.eu/social. Relacionei uma coisa com a outra porque, embora casos como diabetes e cancro, não sejam deficiências causam limitações à vida quotidiana das pessoas portadoras da doença. E como referiu o Prof. Rui Teles, as tecnologias destinam-se a portadores de deficiência mas também, e cada vez mais, a idosos e a portadores de doenças que, se forem crónicas, obrigam a que as pessoas possam ser, tanto quanto possível, auto-suficientes.

O segundo site, embora aborde um congresso que já passou, tem a particularidade interessante de ter parte da informação em Português.

Da última sessão já falei no Moodle mas repito. Gostei particularmente daquela sessão em Eixo. Gostei da escola, gostei co centro de recursos, gostei da apresentação do Rui, muito, gostei da apresentação da Ana e da Rita e de ver o trabalho que fazem, gostei da oportunidade de falar com a Sara, com a Inês, com a Helena, com a São… Muito bom! Muito bem… é fantástica a troca de ideias. Admiro estas colegas pela força que têm para trabalhar com quem tanto precisa delas. Parabéns! Como sempre, também gostei do nosso formador residente (nós ralhamos muito, mas gostamos ainda mais um do outro… pelo menos eu gosto muito dele) e, claro, adorei ser colega de carteira da Margaridinha.

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Surdez profunda

Março 30, 2011
Tenho que contar uma história, muito minha, que para mim foi única e que foi do melhor: tive, há muitos anos,  uma estagiária com perda auditiva grave.  Foi um caso sério. Não ouvia sons agudos, não ouvia o telefone, não ouvia  campaínha… Se para ela fazer estágio em português era um desafia dos diabos, o estágio em francês ainda se afigurava mais dificil. Mas, depois de virem profs de Coimbra, supervisores, responsáveis nacionais, levei a minha avante. Se a tinham deixado chegar ao fim da licenciatura, não era eu que a ia reprovar em estágio. Não ia fazer com que ficasse pendurada, sendo a estagiária mais dedicada que alguma vez tive. Depois de muitos relatórios, fez estágio com uma nota bastante razoável. Cientificamente era muito boa e a nota de português contrabalançou o misero onze que teve a francês.
Na sequência disso lembrei-me de abordar, com alunos de 12ª ano de francês, a obra “le cri de la mouette” – em português- o grito da gaivota.
Foi uma experiência única para mim e para os alunos, podermos penetrar no universo de quem vive num mundo de silêncios, passa por todas as experiências boas e más, rejeição, drogas, álcool, mas que se descobree se encontra e vinga no mundo do teatro! Até há um blog (agora, aliás o post é de 2007) cujo resumo da obra começa com uma frase que fala por si: “Num mundo em que os gestos constroem palavras no silêncio”
http://palavrasnosilencio.blogs.sapo.pt/18712.html

Essa Emmanuelle Laborit, Autora do livro, deve ser uma mulher e tanto.
Essa história hei-de contá-la no meu blog. E vou contar como, apesar de o livro em francês não ser simples, os alunos aderiram, e adoraram o filme “filhos de um deus menor” e participaram e descobriram entrevistas online à Francesa Emanuelle Laborit qd veio a Portugal representar, e trabalharam essas entrevistas e se deixaram envolver e, muito importante, me fizeram sentir uma professora realizada, pelo menos por instantes. Não sei porque me lembrei deste episódio de há uns bons 10 ou mais anos, mas….
desculpem este longo desabafo!!!!!
aqui fica uma fotografia da autora do livro auto-biográfico!
beijinhos
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A minha apresentação na 1ª sessão TIC&NEE

Março 25, 2011

Apresentação 1ª sessão TIC&NEE

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Ferramentas específicas para NEE

Março 21, 2011

Na última sessão da formação TIC e NEE aprendemos a trabalhar com ferramentas para a comunicação aumentativa e alternativa. trabalhámos, sobretudo com os programa “Boardmaker” e Picto selector”.

Achei os programas poderosíssimos e achei fantástica a possibilidade de se escrever e do programa, imediatamente, traduzir a linguagem verbal para linguagem simbólica.

Esta temática era-me totalmente desconhecida. Aliás, pensando bem, no LCD houve uma aluna de mestrado que fez a tese sobre a adaptabilidade dos símbolos internacionais para a realidade portuguesa. Claro está que a bandeira americana não quer dizer país para os nossos alunos, nem a malga significa pequeno almoço. Para os nossos alunos, a malga será mais para a famosa sopa portuguesa, o caldo verde e a bandeira americana pode ter as mais variadas acepções: potência mundial, poder, multiculturalidade….

Fiz um horário de ocupação das tardes só com simbologia do “Pictos” Aqui fica a imagem do meu trabalho, que me deu muito gozo fazer.

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Deficiência/eficiência // Inclusão /exclusão

Março 9, 2011

Sugestivo mas um bocado chocante, este vídeo.
Muitas vezes não estamos, pura e simplesmente preparados para encarar a deficiência.